7 erros e pecados do varejo, dicas para aproveitar a retomada e crescer.

Depois de anos de estagnação e dificuldades, agora é a hora da retomada do crescimento, ajuste o seu negócio para navegar novamente no oceano azul, vamos falar um pouco sobre alguns pontos importantes do dia a dia de um comércio varejista, e sobre o que se pode fazer para melhorar ainda mais o seu desempenho, a satisfação dos clientes e os resultados no caixa ao final do dia.

O lucro, sem dúvida é o maior objetivo do varejista ou de qualquer empresário, e o seu alcance pode se tornar mais fácil se alguns aspectos interessantes forem trabalhados diariamente pelo comerciante, vamos falar de alguns pontos sobre os 7 pecados cometidos no varejo e que impactam consideravelmente os resultados e inclusive, muitas vezes, coloca em risco a saúde financeira do negócio. Portanto, toda atenção para não cometer nenhum desses pecados, e se porventura estiver cometendo, agora terá a oportunidade de mudar suas práticas, melhorando o desempenho e a rentabilidade do seu negócio.

Vale ressaltar que, pesquisas realizadas mostram que mesmo com o crescimento do grande supermercadista o pequeno e médio varejo ainda tem muito espaço para crescer. O pequeno varejo é muito versátil e se move mais depressa que os grandes varejistas, porém, ele precisa ser tornar competitivo no mercado e ter as melhores práticas, investir em novas tecnologias, para conquistar e manter clientes fiéis.

Segue as então a lista dos 7 pecados:

1Não capacitar e treinar a sua equipe: Muitos empresários, independente do tamanho de sua empresa, não investem em treinamento e capacitação de seus funcionários. Com isso, acabam tendo um péssimo atendimento em sua loja, o que “espanta” até seus mais próximos clientes, ocasionando perdas de venda e baixa de faturamento. É fato que em muitos comércios os funcionários da empresa são em sua grande maioria os próprios donos, filhos e parentes mais próximos, porém, isso não impede que estes sejam preparados para dar o melhor atendimento possível.

2Falta de investimentos: É justamente quando o negócio vai bem que o empresário deve investir ainda mais, somente dessa forma ele poderá tornar seu empreendimento ainda mais sólido e duradouro. É muito comum o comerciante achar que o único investimento que deve fazer é em mercadorias e isso está errado. Sugerimos que cerca de 50 a 70% do lucro do negócio deve ser reinvestido na aquisição de estrutura, melhorias no ponto de venda, treinamentos para equipe, a falta de investimento é uma das maiores causas de falência das empresas em geral.

3Não cuidar da gestão fiscal e contábil: Mesmo os empresários donos de negócios legalizados ou os que ainda estão por legalizar, devem conhecer a legislação tributária brasileira, pois, só dessa forma poderá calcular os impactos que os impostos tem em seu empreendimento e de que forma poderá se organizar para pagá-los sem comprometer o caixa no final do mês, portanto, não investir tempo com o contador, fazer-lhe uma visita ou convida-lo para um café para entender nossa complexa legislação do país e cumpri-la é um erro gravíssimo, a reclamação geral das empresas de contabilidade é que os clientes não estão nem ai.

4 Ausência de controle de estoque: As mercadorias adquiridas pelo empresário formam um dos maiores patrimônios da empresa e a organização e o controle delas é fundamental. O excesso de estoque, somado a má administração e organização podem produzir muitos prejuízos como: faltas, avarias, furtos e principalmente ausência de produtos nas gôndolas, ou seja, perda de venda. Organizar e controlar melhor os estoques pode trazer bastante economia para a empresa, reduzindo perdas diretas, para que estes controles sejam eficientes, o ideal é investir em sistemas de qualidade para que se posso obter o máximo de resultado possível.

5 – Baixo aproveitamento do calendário sazonal: É fato que a maior atenção do pequeno e médio varejista está para os itens da cesta básica e de alimentos em geral. Esses produtos apresentam um giro maior no comércio e conseqüentemente agregam rapidamente muito faturamento, porém, a baixa rentabilidade desses itens acaba por comprometer a lucratividade. Portanto, trabalhar melhor as datas festivas de nosso calendário pode ser uma grande opção para agregar mais valor. Dia das mães, quadra junina, férias, dias das crianças, black friday, natal e voltas ás aulas são exemplos de datas que podem trazer muitos ganhos, basta apenas você trabalhar com qualidade e adquirir os melhores produtos, nesse caso a venda é certa.

6 – Falta de marcas que o cliente procura: Parece lógico dizer isso, mas o que mais se vê por ai são comércios cheios de produtos que os clientes não querem comprar. Não falamos isso apenas pela falta de marcas conhecidas, mas de fato de produtos que o consumidor precisa e vai à busca. Essa falta de produtos não resulta apenas em menos dinheiro no caixa, mas principalmente na possibilidade de perda do cliente para o concorrente o que pode ser mais prejudicial ainda. Portanto, analisar bem o mix e manter os itens de preferência do consumidor é fundamental para o sucesso do comércio.

7 – Constante falta de produto nas gôndolas: Diferente do pecado tratado acima, nesse caso estamos falando dos produtos que tem no comercio, mas não estão expostos nas prateleiras (gôndolas) e isso acarreta em perca de vendas. Ter uma rotina padronizada de reposição dos produtos nas prateleiras dando mais espaço para itens de alto giro deve ser um procedimento diário de um comercio. Para isso, uma equipe bem preparada e um bom sistema de gestão com controle de estoque eficiente é indispensável.

Esperamos ter colaborado para que você tenha um melhor desempenho em seu negócio e aumente suas vendas. Aproveite e analise nossas opções de sistemas aqui nos nosso site, Sucesso a todos!