Baixa de impressora fiscal PAF-ECF e substituição por emissão NFCe eletrônica.

A emissão de cupom fiscal via impressoras homologadas e certificadas pelos SEFAZ de cada estado da federação teve seu inicio na década passada com o estado do RS. Inicialmente com as antigas, barulhentas e lentas impressoras matriciais (com agulhas e cabeçote de impressão), depois passando pelas modernas impressoras térmicas, com papel térmico de alta durabilidade, muito mais velozes e eficientes.

Porem, para que todo este processo fosse iniciado e instalado em uma loja, era preciso comprar equipamentos caros e homologados, enfrentar muita burocracia com o lacre junto ao SEFAZ (Secretaria da Fazenda Estadual) de cada estado, seguindo regras e certificações de cada um, um processo custoso e demorado.

Seguindo a tendencia da evolução da era digital e da informação com a emissão da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) ou chamada popularmente de DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica), a partir de 2015 surgiu uma novidade neste segmento que modernizou e esta dando uma cara nova ao processo de emissão de ECF (Emissão de cupom Fiscal) chamada NFCe (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica).

A passagem da fase antiga para a nova se da pelo processo de baixa das impressoras fiscais atualmente em uso, independente da impressora ter ou não expirado o espaço da sua memória interna, mais conhecido como número de reduções Z ainda a serem utilizadas. Todas as impressoras que forem baixadas, o processo todo deverá ser feito em empresas certificadas e homologas pelo SEFAZ (Secretaria da Fazenda Estadual) do seu estado e sua memória com os dados e informações armazenadas deverão ser guardadas por lei em local seguro e disponível para uma possível consulta posterior pelo fisco pelo prazo mínimo de 5 anos a partir da data da baixa, sendo passível de pesadas multas caso isso não ocorra.

Os custos envolvidos na baixa de uma impressora fiscal varia de marca, modelo e da tabela de cada empresa prestadora dos serviços, mas em média vai de R$ 150,00 a R$ 350,00, percebemos que estes preços tem seguido uma tendencia de alta e que vão sofrer forte elevação com o passar do tempo e com a redução do número de impressoras ainda a serem baixadas e que ainda restarem no mercado.

Todo o processo compensa, pois a emissão da NFCe (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica) é muito mais pratica, desburocratizada de custo mais baixo e de fácil utilização, sendo sua expansão para novos PDVs (Pontos de Vendas) totalmente fácil de ser implementados em curto espaço de tempo, independente de lacres e autorizações pelo fisco.

Lembramos ainda que não há necessidade de autorização pelo SEFAZ para sua implementação e inicio de sua utilização, o inicio do uso da NFCe pode se dar por iniciativa própria do estabelecimento comercial.

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